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Pesquisadores do GT3.0 (Variabilidade climática, ciclos biogeoquímicos e fluxo de CO2 no oceano Atlântico tropical) do inctAmbTropic participaram de um trabalho recente publicado no Global Biogeochemical Cycles (IF = 5.703) sobre trocas de CO2 no Oceano Atlântico Tropical mostrando que as águas da pluma do rio Amazonas funcionam como um sumidouro de CO2 sendo responsáveis por cerca de 87% da absorção de CO2 no Oceano Atlântico Tropical Ocidental. O trabalho intitulado "Contrasting Sea-Air CO2 Exchanges in the Western Tropical Atlantic Ocean" tem como autores Thiago Monteiro, Matheus Batista, Sian Henley, Eunice da Costa Machado, Moacyr Araújo e Rodrigo Kerr.

Principais correntes superficiais que caracterizam a dinâmica do Oceano Atlântico Tropical Ocidental.


ABSTRACT

The western Tropical Atlantic Ocean is a biogeochemically complex region due to the structure of the surface current system and the large freshwater input from the Amazon River coupled with the dynamics of precipitation. Such features make it difficult to understand the dynamics of the carbon cycle, leading to contrasting estimates in sea-air CO2 exchanges in this region. Here, we demonstrate that these contrasting estimates occur because the western Tropical Atlantic Ocean can be split into three distinct sub-regions in terms of the sea-air CO2 exchanges. The sub-region under the North Brazil Current domain acts as a weak annual CO2 source to the atmosphere, with low interannual variability. The sub-region under the North Equatorial Current influence acts as an annual CO2 sink, with great temporal variability. The third sub-region under the Amazon River plume influence shows greater interannual variability of CO2 exchanges, but it always acts as a net oceanic sink for CO2. Despite this large spatial variability, the entire region acts as a net annual CO2 sink of −1.6 ± 1.0 mmol m−2 day−1. Importantly, the Amazon River plume waters drive 87% of the CO2 uptake in the western Tropical Atlantic Ocean. In addition, we found a significant increasing trend in sea surface CO2 partial pressure in the North Brazil Current and North Equatorial Current waters. Such trends are more pronounced than the increase in atmospheric CO2 partial pressure, revealing the sensitivity of carbon dynamics in these sub-regions to global climate change.


O trabalho completo pode ser acessado em:

https://doi.org/10.1029/2022GB007385


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O Programa Institutos Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação (INCTs) se caracteriza por grandes projetos de pesquisa de longo prazo, de alto impacto científico e de formação de recursos humanos, em redes nacionais e ou internacionais de cooperação científica, envolvendo pesquisadores e bolsistas das mais diversas áreas.

Como forma de promover o acompanhamento das realizações dessa rede pela sociedade, a Academia Brasileira de Ciências e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico estão organizando uma série de quatro eventos, os “Webinários ABC/CNPq: a contribuição dos INCTs para a sociedade”.

Ao longo das próximas terças-feiras, dias 31/5, 7/6, 14/6 e 21/6, sempre das 16h às 18h, representantes de alguns INCTs vão apresentar temas amplos, transversais à atuação dos mais de 100 institutos. Os eventos serão transmitidos pelo YouTube da ABC e do CNPq.

Venha conhecer de perto a ciência brasileira, quem a produz e como acontece!




PROGRAMAÇÃO

Sempre às 3as feiras, das 16 às 18h, nos canais do YouTube da ABC e do CNPq


31 DE MAIO

Transmissão: https://youtu.be/EOcF1O-x8iI

Abertura: INCTs e os desafios em CT&I Ministro Paulo Alvim (MCTI) Evaldo Vilela (Presidente do CNPq) Helena Nader (Presidente da ABC) Odir Dellagostin (Presidente do Confap) Rafael Lucchesi (Diretor de Educação e Tecnologia da CNI)

Os INCTs e o Futuro da CT&I no Brasil Jailson Bittencourt de Andrade (Vice-presidente da ABC, Senai/Cimatec)


7 DE JUNHO

Transmissão: https://youtu.be/KmgYR0EL8l0

Coordenação: Maria Zaira Turchi


Tema 1: INCTs, Desigualdade e Democracia Wilson Gomes (UFBA) Roberto Kant (UFF) Nadya Guimarães (USP)


Tema 2: INCTs e a Sustentabilidade do Planeta: Terra, Mar e Ar José Marengo (Cemaden) Jefferson Simões (UFRGS) Maria Fatima Grossi de Sá (USP)


14 DE JUNHO

Transmissão: https://youtu.be/yiwVedUykCk

Coordenação: Helena Nader e Luiz Davidovich

Tema 3: INCTs e Saúde Única (One Health) Adalberto Val (Inpa) Carlos Morel e Thiago Moreno (Fiocruz) Afonso Luís Barth (HC-UFRGS)

Tema 4: INCT e Nexus – Segurança Energética, Hídrica e Alimentar Mariangela Hungria (Embrapa) Carlos Chernicharo (UFMG) a confirmar Marcel Bursztyn (UnB)


21 DE JUNHO

Transmissão: https://youtu.be/HiRuzTpJj_E

Coordenação: Helena Nader e Luiz Davidovich

Tema 5: INCT, Ciência e Sociedade Luisa Massarani (Fiocruz) Roberto Lent (UFRJ/Rede CpE) Ricardo Gazzinelli (UFMG/Fiocruz)

Tema 6: O Futuro é Hoje – Pesquisas de Fronteira Virgilio Almeida (UFMG) - Inteligência Artificial/BigData Mayana Zatz (CrispR) Gonçalo Pereira (Unicamp) - Energia/Descarbonização Marcos Pimenta (UFMG) - Nanociência/Nanotecnologia

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Cânions Submarinos desempenham um importante papel nos ecossistemas marinhos ao provocar alterações locais na temperatura, salinidade, nutrientes, transporte de sedimentos e até mesmo poluentes no ambiente marinho. Marcos V. B. Silva e Tereza C. M. Araújo integrantes do inct AmbTropic II (GT2.1 - (Geodiversidade, Biodiversidade e Recursos Vivos da Plataforma Continental) publicaram nesta semana no periódico Frontiers in Marine Sciences (IF: 4.912) uma revisão sistemática sobre os cânions da América do Sul intitulado "The South American Advances in Submarine Canyons Studies and Their Link to the Ocean Decade"


Distribuição dos principais de cânions submarinos na América do Sul


ABSTRACT

Submarine canyons have a relevant role in marine ecosystems. They are responsible for oceanographic conditions such as variability of temperature and salinity, sediment transport, nutrients, and even pollutants amongst marine areas. Submarine canyon studies have been growing and reaching prominence due to their importance in the Blue Economy. Initiatives to promote sustainable development for the ocean have been discussed in the Ocean Decade. Although canyons studies are increasing, how can we integrate these with the Ocean Decade outcomes? Thus, we aim to demonstrate an overview of the advances of submarine canyons studies and their link to the Ocean Decade for South America. We analyzed 160 studies divided into spatiotemporal analysis and study approaches according to the Ocean Decade outcomes. We discuss these articles, building a timeline and argumentative topics considering the advances, and discuss gaps to predict the future of submarine canyons studies in the Ocean Decade and Blue Economy context.


O trabalho pode ser livremente acessado em: https://doi.org/10.3389/fmars.2021.764029

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